O reencontro afiado de As Amigas e as teorias improváveis do Saideira sobre uma “estátua viva” também estão entre os destaques do programa
| Foto: Lourival Ribeiro/SBT |
Entre os destaques, Carlos Alberto presencia um programa esportivo improvisado quando Porpetone aparece caracterizado como o narrador Calvão Bueno, decidido a comandar sua própria transmissão direto do banco. Ao lado do “Ronaldo” e de um “repórter” com notícias literalmente de outro mundo, ele mistura Copa do Mundo, entrevistas imaginárias e comentários nada convencionais sobre futebol. Entre análises improváveis e narrações que transformam qualquer lance em espetáculo, a resenha esportiva rapidamente sai do controle.
A Praça também vira cenário do reencontro entre Regilene e Claudinha, duas amigas que juram nutrir uma amizade inabalável — embora cada frase trocada pareça mais uma disputa para ver quem lança a melhor alfinetada. Em meio a elogios carregados de ironia e confidências nada discretas, a dupla transforma um simples papo em uma sequência de indiretas sobre família, casamento e passado. Mesmo mantendo o sorriso no rosto e repetindo o inevitável “te amo”, elas deixam claro que, nessa relação, o carinho sempre vem acompanhado de uma boa dose de provocação.
Já Chico da Tiana surge caracterizado como uma “estátua viva”, tentando faturar algumas moedas com seu talento de permanecer imóvel. O plano, no entanto, encontra um obstáculo inesperado quando o Saideira aparece por perto e passa a desconfiar que a estátua não é tão parada quanto parece. Entre sustos, teorias improváveis e reflexões etílicas, ele se convence de que está diante de algo sobrenatural — até ter uma ideia nada modesta para lucrar com a situação.
A Praça é Nossa vai ao ar nesta quinta-feira, às 22h30, no SBT. Não perca!
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